Meu nome é Luiz, tenho 25 anos, sou jornalista, músico e químico. Pronto, agora vocês já sabem quem é a mente por trás deste blog.
O meu propósito com o blog é a diversão. Nada de querer ganhar dinheiro, nada de querer ficar famoso. Além de servir como um arquivo pessoal, já que pretendo postar filmes, cds, contos, fotos, resenhas, entrevistas e outras coisas que me dar na cabeça.
O endereço do blog, é um tanto peculiar. A tradução é “Vendi minha alma ao Hardcore”. Se eu for fazer uma retrospectiva da minha vida, a metade dela foi ligada ao rock, principalmente ao punk hardcore.
Quando tinha 13 anos formei minha primeira banda, o Divida Externa. Era uma banda punk que existe até hoje, fui chutado da banda porque eu usava bermuda e gostava de NOFX, mas a minha amizade com os caras continua até hoje. Firme e forte.
Depois desta banda formei uma chamada Crush, era uma tentativa de Heavy Metal melódico só que ninguém sabia tocar merda nenhuma. Até hoje não me esqueço do guitarrista mostrando um som que ele tinha feito, era uma cópia exata da música “Mama I'm Coming Home” do Ozzy.
Permaneci nesta banda até formar uma banda de Grindcore com uns amigos meus. Era tosqueira pura, tocávamos Disrupt e Cradle of Filth (Forest whisper my name), para quem conhece essas bandas citadas, sabe que tem nada haver.
Como tava uma bosta e não era o nosso som predileto, desistimos e eu junto com 2 integrantes da banda (Emiliano e Edão) mais o Diogo (que tocava no Crush comigo) formamos o No Again. Tocávamos cover de bandas como NOFX, NUFAN entre outras melódicas dos anos 90).
Era foda demais, nos entrosamos tão bem que começamos a fazer som próprio. O legal era os nomes das músicas, algo como “Fucking the prejudice” ou “My road, my fight, my victory”. O inglês mal cantado, instrumental bem anos 90, músicas feita de coração.
Então o Edão com o Diogo foram em um show em Campinas (Bar Ozz) e virão uma banda chamada Noção de Nada. Os caras voltaram vidrados e queriam tocar cantar em português e fazer um som mais trabalhado. Então decidimos mudar o nome para Shame.
O Shame foi uma banda decisiva na minha vida. Consegui através dela realizar meu sonho na época que era conhecer os caras do Dead Fish (foi até mais longe, já que gravamos um cd pelo selo dos caras “Amargas Lembranças” e o Rodrigo vocal do DF cantou em uma música do nosso segundo cd “Memórias Desconhecidas”) e tocar em vários lugares.
Como demos um tempo com o Shame, formei uma banda chamada Xtent, era um som alternativo na linha Incubus. Sai da banda porque na época não era muito meu gosto. Os caras foram até pros EUA tentar algo com a banda, mas não deu muito certo e eles já estão de volta.
Atualmente toco em uma banda chamada Again, hardcore na linha Comeback Kid. Estamos trabalhando bastante em composições e divulgação da banda.
Como vocês viram, gosto de escrever bastante e tanto o endereço do blog quanto a frase fixa lá em cima “A year in the past, forever in the future” (primeira música do Grade que ouvi) tem haver comigo já que o passado ficará marcado para sempre na sua vida, sendo bom ou ruim.
Bem é isso, vou tentar manter sempre atualizado e espero que vocês gostem do conteúdo. Se não gostarem se foda, sinta-se a vontade para ler outra coisa.
0 comentários:
Postar um comentário